Conheça nossa exclusiva linha de velas repelentes a base de ANDIROBA e CITRONELLA
Um produto natural a base de óleo essencial de ANDIROBA, cientificamente eficaz no combate a dengue, febre amarela e malária, repelindo também os mosquitos domésticos como pernilongos e borrachudos.
A andiroba é uma árvore de grande porte, comum nas várzeas da Amazônia. Velha conhecida dos indígenas, dos caboclos e dos madeireiros, começa a ganhar fama internacional pela recente
comprovação científica de algo que os nativos sabem há muitas gerações: o bagaço da castanha, quando queimado, solta uma fumaça que tem o poder de repelir mosquitos. O produto já está sendo industrializado na forma de velas, vendidas no mercado como repelente natural, atóxico e inodoro.
As sementes devem ser colhidas logo que caem ao chão. Além de apodrecerem rapidamente, são muito vulneráveis ao ataque de insetos e roedores.
As castanhas são, então, cozidas até ficarem moles e, depois de escorrida a água, descascadas e amassadas.
A massa é posta numa espécie de calha disposta de forma inclinada e aí deixada por cerca de um mês. No final da calha, é colocado o copo para receber o óleo que vai escorrendo lentamente.
Totalmente atóxicas, as velas de andiroba não produzem fumaça nem cheiro. Seu efeito é inibir o apetite das fêmeas, que necessitam de sangue no processo de fecundação. "Os efeitos da andiroba valem para todos os mosquitos hematófagos, responsáveis também pela transmissão da filariose (elefantíase) e malária".
A vela de andiroba é usada como repelente, sua queima não produz fumaça tóxica ou fuligem, não tem cheiro e a matéria-prima vegetal tem origem certificada pelo IBAMA.
Em estudos, há seis anos, a vela, ao ser queimada, exala um agente ativo que inibe a fome do mosquito Aedes aegypti, causador da dengue e também vetor da febre amarela, conseqüentemente, reduz a sua necessidade de picar as pessoas. Os testes revelaram uma eficiência de 100% na repelência do mosquito. Além desta característica, a vela é totalmente atóxica, não produz fumaça e não contém perfume.
O óleo de andiroba é utilizado há mais de um século pelas mulheres na Amazônia como cicatrizante, principalmente em ferimentos causados por picadas de cobra, aranha, escorpião e insetos. Enquanto se dedicam à tarefa de depurar o óleo, elas fazem bolas do bagaço e as queimam para afugentar os mosquitos. As pesquisas que resultaram na vela repelente foram feitas a partir desta observação.
O método tradicional para produção do óleo de Andiroba é colher as sementes que, após ter caídas da árvore, flutuam no rio. Em seguida, as sementes são fervidas. Depois de duas semanas o óleo é extraído com uma simples prensa chamada "tipiti". O óleo de Andiroba é usado pelos indígenas misturado com corante de urucum (Bixa orellana L.) para repelir insetos, e como medicamento contra parasita do pé. A casca é utilizada para o preparo de um chá contra febre, o qual também serve como vermífugo. Transformada em pó, trata feridas e é cicatrizante para afecções da pele. Os caboclos fazem um sabão medicinal com o óleo bruto, cinza e resíduos da casca de cacau. Além de ser empregado na fabricação de sabão, também fornece um ótimo combustível utilizado para iluminação nas áreas rurais. O óleo é muito usado na medicina doméstica para fricção sobre tecidos inflamados, tumores e distensão muscular. Além disso, sabe-se ainda que o óleo da andiroba é utilizado como protetor solar e a casca e a folha servem contra reumatismo, tosse, gripe, pneumonia, depressão.